
freguesia de Vila Fernando | Arciprestado do Rochoso | Diocese da Guarda
18 novembro 2009
Encontro de Evangelização na Guarda - Canção Nova
conheço as minhas ovelhas
e as minhas ovelhas conhecem-me»
(Jo 10, 14)
Centro Apostólico S. João de Oliveira Matos
Guarda
01 Dezembro 2009
09h00m-19h00m
09h00m - Acolhimento
09h45m - Ensinamento
10h45m - Intervalo
11h15m - Adoração
12h30m - Almoço
14h15m - Cânticos de Louvor
14h45m - Terço da Misericórdia
15h15m - Ensinamento
16h15m - Intervalo
16h45m - Oração
17h30m - Preparação para a Santa Missa
18h00m - Santa Missa
Contactos: 271 105 428 91 481 54 23 96 797 55 40
Celebração Arciprestal do Ano Sacerdotal
No passado Domingo, dia 15, o Arciprestado do Rochoso juntou as suas comunidades cristãs numa única celebração para marcar o Ano Sacerdotal, de modo particular, através da memória de todos os padres que já serviram as suas 21 comunidades até ao momento presente. Na sua totalidade foram 87 sacerdotes que desde 1910 estiveram ao serviço das paróquias deste arciprestado.
Às 15h30m já estavam cerca de cinco centenas de pessoas a preencher todos os espaços do Ginásio do Colégio do Rochoso. Nesta celebração, presidida pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício lembrou no início da homilia que estavam ali reunidos “os colaboradores directos, não dos párocos, mas de Cristo” sendo esta colaboração “um chamamento do Mestre a colaborar na sua Obra. É uma colaboração diferente da minha, e dos vossos párocos, mas é colaboração dada a Cristo que nos chama para motivarmos o seu povo a percorrer os caminhos da história em direcção à meta que é o Reino de Deus.” Lembrando as palavras da Carta aos Hebreus o bispo da Guarda diz que ”Jesus vem-nos dizer que só há uma sacrifício que agrada a Deus que é a oferta da própria vida: ao Senhor para o louvar e aos irmãos para os servir.” Nas palavras finais da homília fala da importância de fazer memória daqueles que foram os párocos de todas as comunidades alguns que se encontravam na celebração e dos outros que já “partiram”, dando o agradecimento ao Senhor pelas suas vidas dedicadas às paróquias que lhes foram confiadas. Terminou a homilia fazendo memória das palavras do Santo Padre:” que nós padres sejamos cada dia mais padres, sendo mais padres segundo o coração de Cristo,… a vossa oração é fundamental para que isto aconteça. (…) Atenção especial à relação do ministério ordenado com os outros ministérios, pois o Senhor não entregou só a nós padres a condução e o serviço das comunidades, Ele entregou a responsabilidade de animar na fé estas comunidades a estes corpos de ministérios, e um corpo é uma realidade organizada que tem uma cabeça e que tem outros membros. O Senhor entregou a todos nós a responsabilidade de organizar as comunidades e por isso já lá vai o tempo em que o padre fazia tudo. A sua obrigação é liderar, acompanhar e ajudar o grupo dos que fazem a fazer sempre melhor para irem mais longe. (…) Este ano sacerdotal tem de ser um ano especial para a promoção das vocações sacerdotais. (…) Terminamos hoje a Semana dos Seminários e nela quisemos lembrar o espaço onde se preparam os futuros padres e o âmbito onde se lançam as propostas, se lançam as chamadas para engrossar o número dos candidatos. O Seminário tem de ser uma palavra viva, o espaço onde faz eco a Palavra de Deus para convidar, preparar e enviar quem há-de prestar este importante serviço do ministério ordenado. (…) Peço a bênção do Senhor para todos e cada um de vós e para as comunidades que representais, dou-lh’E graças pelos sacerdotes párocos que presidiram a estas paróquias ao longo dos últimos anos e convosco lhe dirijo uma prece para que nós padres estejamos à altura da responsabilidade do momento e sejamos cada vez mais padres segundo o coração de Cristo.”
Nas paredes do lugar da celebração estavam colocadas as listas, por paróquia, com o nome de todos os párocos até ao dia de hoje. No ofertório foram trazidos junto do altar os pergaminhos que lembram, por paróquia, os sacerdotes que já serviram o Arciprestado. A celebração terminou com a Consagração ao Sagrado Coração de Jesus.
14 novembro 2009
Magusto da catequese 2009




10 novembro 2009
Bispo da Guarda esteve com os agentes pastorais entregues ao Pe Ângelo

No âmbito do Ano Sacerdotal, D. Manuel Felício, está a visitar os párocos no seu lugar de residência para conhecer mais de perto a realidade local de cada um. Dialoga sobre o dia-a-dia, as inquietações e necessidades do padre, rezam em conjunto e fazem uma oração em cada uma das Igrejas Paroquiais. Foi o que bispo da Guarda fez na passada tarde de sexta-feira, dia 6 de Novembro, com o Pe Ângelo Martins. A Eucaristia da festa do novo Santo português, S. Nuno de Santa Maria, foi em Vila Fernando e muitos e muitas agentes pastorais também celebraram a memória do Santo. Após a celebração dirigiram-se para o Salão Paroquial de Vila Fernando onde D. Manuel Felício onde mais de nove dezenas de pessoas compuseram a assembleia (Comissões Fabriqueiras, Catequistas, Irmandades, Mordomias da Igreja e de festas, Grupos Corais,…). Por ser o aniversário natalício do Sr. Bispo todos lhe manifestaram pública e particularmente o seu carinho e afecto: na Eucaristia cantando Senhor, Tu fixaste os meus olhos, ternamente meu nome disseste, e após a reunião com os tradicionais parabéns.
02 novembro 2009
25 outubro 2009
22 outubro 2009
uma simples história (d)
O SAPATO DO CORAÇÃO
Há sempre dois sapatos: o sapato esquerdo e o sapato direito.O sapato esquerdo calça o coração. O sapato direito joga futebol.Quando chove, os sapatos dão pontapés na chuva. Quando faz sol, os sapatos dão passeios aos domingos.À noite, quando tu dormes, os sapatos dão passos pela casa do teu sonho.Os sapatos, patos, patos, sapa, sapa, sapateiam.Com saúde, vão até ao fim do mundo. Doentes, vão até ao sapateiro.Três sílabas apenas: sa-pa-tos.Mas podem ter quatro sílabas se forem muito pequeninos: sa-pa-ti-nhos. E novamente três se forem muito grandes: sa-pa-tões.Os sapatos, na gramática, são uns brincalhões.Brincalhões, merecem brincar. Menino que não meteu os sapatos no frigorífico não merece sorvete no Verão.Não é asneira, não: são os sapatos no trapézio da imaginação.Vê lá tu: já houve um sapato com pregos que subiu ao monte Evereste.Nunca lá estiveste?Pena: ensina geografia aos teus sapatos até eles ficarem sem tacões.Enfim… faz tudo com os teus sapatos, sapatinhos, sapatões.Mas, se um dia endureceres e fores mau sem razão, tira o sapato esquerdo, põe o pé no chão…E ouve descalço o teu coração.
18 outubro 2009
DIA DIOCESANO DO CATEQUISTA em parceria com o DPJG e o SDPV, dia 7 NOVEMBRO na Guarda
Estão previstos ateliers como:
Multimédia na animação pastoral /
Como elaborar orações /
Utilização da Bíblia /
técnicas de animação ao ar livre /
técnicas de animação no grupo /
Música na animação Pastoral e na Catequese /
Reunião com pais /
Dança e expressão corporal na animação pastoral /
Iniciação ao Retiro /
Preparar a Catequese /
Pedagogia da Infância /
Pedagogia da Adolescência /
risoterapia /
dança contemplativa.
in site do DPJG
Início da Catequese de Infância e Adolescência 2009/2010
2. fazem-se as inscrições para o Ano 2009/2010;
3. distribuição dos vários grupos de catequese e marcação de horários;
16 outubro 2009
13 outubro 2009
o que é um amor verdadeiro...

Comentário ao Evangelho do dia feito por Beata Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade Something Beautiful for God (a partir da trad. La Joie du don, p. 49)
«Dai esmola do que possuís, e para vós tudo ficará limpo»
É preciso que não se satisfaçam com dar dinheiro; o dinheiro não é o suficiente, porque pode encontrar-se. É das nossas mãos que os pobres precisam para serem servidos, é dos nossos corações que eles precisam para serem amados. A religião de Cristo é o amor, o contágio do amor.Os que podem oferecer-se uma vida fácil têm sem dúvida as suas razões. Podem tê-la obtido pelo seu trabalho; só me encolerizo em face do desperdício, em face dos que deitam para o lixo o que poderia ser-nos útil. A dificuldade é que muitas vezes os ricos, ou mesmo as pessoas abastadas, não sabem verdadeiramente o que são os pobres; é por isso que podemos perdoar-lhes, porque o conhecimento só pode conduzir ao amor, e o amor ao serviço. É porque eles não os conhecem que não são sensibilizados por eles. Tento dar aos pobres, por amor, o que os ricos podem obter com o dinheiro. É verdade, não tocaria num leproso por um milhão; mas trato dele voluntariamente por amor a Deus.
29 setembro 2009
reflexo da peregrinação arciprestal
PEREGRINAÇÃO ARCIPRESTAL AO SANTUÁRIO DE CRISTO REI
11 agosto 2009
PEREGRINAÇÃO AO CRISTO-REI

PEREGRINAÇÃO ARCIPRESTAL
AO SANTUÁRIO DE CRISTO-REI
EM ALMADA
Está marcada para o próximo dia 26 de Setembro, sábado.
Para saber um pouco mais...
Celebrar o Coração de Cristo Rei é entrar numa história maravilhosa do amor de Deus pela Igreja e pela Humanidade. É importante ver como grandes santos e santas também contribuíram para esta história. Não menos importante é ir à Bíblia e encontrar as raízes da devoção ao Coração de Jesus e ouvir e meditar a palavras dos Papas acerca desta devoção e deste culto.
O Coração de Cristo Redentor, trespassado pela lança do soldado na tarde de Sexta-Feira Santa, e mostrado a Tomé na aparição de Domingo de Pascoela é algo extraordinário, pois é o símbolo do amor de Deus pela humanidade. Falar de Coração de Jesus é falar da sua Pessoa divina, que nos amou com todo o amor divino, todo o amor trinitário, e com todo o amor humano, pois Ele é Filho de Maria de Nazaré, verdadeiro homem. Trata-se, de facto, de contemplar o amor do Pai revelado no Coração de Jesus. Trata-se de contemplar cada cena do Evangelho e perceber que é Ele que ama, cura, perdoa, alimenta, dá a vida por todos. Deus é Amor, Deus é Coração, Deus Pai revela-Se no Coração de seu Filho.
O Papa Bento XVI, na sua primeira encíclica, “Deus é Amor”, cita por três vezes o Coração trespassado. Ele é a fonte da vida e do amor, da graça e da santidade, da paz e da alegria, da misericórdia e da união divina com o amor trinitário. Falar de Coração de Jesus é falar de Jesus que nos ama com todo o amor, é falar do Coração do Deus, e do Homem Jesus, Verbo do Pai e Filho de Maria. N’Ele, no seu Coração, formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe, estão todos os tesouros da sabedoria e da ciência. Ele é abismo de todas as virtudes e oceano de todas as graças. É braseiro de amor que quer incendiar o mundo inteiro, o coração de cada homem e de cada mulher.
A devoção ao Coração de Jesus não é velharia de antigamente. Tem hoje toda a sua actualidade, pois estamos a falar do amor trinitário, de Deus que é Coração. Daí a necessidade duma evangelização a partir do coração, desse símbolo maravilhoso do amor. Daí a necessidade de uma catequese bíblica sobre o Coração de Jesus. Dai a urgência em contemplá-Lo, em louvá-Lo, em repará-Lo dos pecados do mundo. O Monumento a Cristo Rei tem a graça, tem a honra de ter como missão mostrar mais e mais ao mundo o mistério deste Coração de Cristo redentor. Mostrar e ajudar a que todos O amem, O venerem, O adorem, O louvem, O reparem dos inúmeros pecados do mundo. A devoção ao Coração de Jesus é a devoção ao Amor, a Deus que é Amor. Que grande espiritualidade tem este Santuário!!! Que dom e que graça Deus e a Igreja lhe concederam: ser sinal visível do amor e dar a conhecer o Coração que nos ama com amor infinito a todos os que o visitam, colocando-os no Seu Coração e incendiando-os no Seu amor, tornando cada peregrino apóstolo da esperança.
09 julho 2009
04 julho 2009
Normas Pastorais para a Celebração das Exéquias

Comunidades cristãs do Arciprestado do Rochoso
No momento em que algum dos nossos familiares e amigos parte para a eternidade,
muitas vezes não temos grande ocasião de pensar,
e por isso vale a pena ter bem esclarecidos alguns promenores.
1. Lugar da celebração
O espaço próprio da celebração das exéquias com Eucaristia é a Igreja Paroquial.
Ninguém deve estranhar que seja a Igreja Paroquial,
pois as capelas tornam-se demasiado pequenas
para acomodar todos os que acorrem à celebração
e que devem participar activa e dignamente nas celebrações.
A excepção só se verificará nas anexas que têm cemitério próprio.
2. Ofício de Defuntos
Para além da Eucaristia existem outras celebrações litúrgicas que podem ser feitas,
como por exemplo o Ofício de Defuntos.
Nas diferentes alturas do dia (Laudes de manhã e Vésperas de tarde), a
Liturgia das Horas ajuda também na oração por toda a Igreja e pelo irmão que faleceu.
3. O canto
O canto também faz parte da nossa acção de graças a Deus
pelo dom da vida do Seu Filho, de todos nós e também do irmão que parte.
Por isso , ninguém deverá estranhar o canto num funeral cristão.
Estranhar será não o fazer.
Cantar ajuda a louvar a Deus, é manifestação da nossa Esperança
e até mesmo um alívio para a dor.
4. Ambiente na Igreja
Durante a celebração da Eucaristia Exequial
o caixão deve permanecer fechado:
por razões de higiene e saúde; de espaço, em muitos casos;
de maior atenção à Eucaristia e ao altar;
para, logo após a Missa, seguirmos com o funeral
e continuarmos a oração e o canto até ao cemitério.
Junto do lugar onde está depositado o corpo
coloque-se de preferência, se existir, o círio pascal
– sinal da Páscoa de Cristo.
A transferência do corpo das capelas para a Igreja paroquial
deve ser efectuada com a conveniente antecedência
para que há hora marcada para a celebração das Exéquias
(Eucaristia ou Celebração da Palavra) possam ser iniciadas
em tranquilidade e em clima de oração,
permanecendo-se assim antes, durante
e depois da acção litúrgica.5. As flores
No momento em que se prepara e decorre a celebração da Eucaristia
deve existir um simples e belo arranjo floral – e não flores “a monte”.
Até para não haver “distinção” social das pessoas.
Há Igrejas onde a grande afluência de pessoas
faz com que o espaço seja mais reduzido
e o pólen possa incomodar algumas pessoas.
Alguns dos ramos devem permanecer guardados noutro local ou na carrinha funerária.
O seu exagero e ausência quase podem ser interpretados como sinais de pouca fé.
Quem crê e se assume como cristão sabe que mais do que o gesto exterior das flores,
a melhor maneira de ajudar os falecidos passa pelo bem que fazemos;
pela nossa oração mais intensa; pela nossa conversão e crescimento na fé;
pela nossa comunhão Eucarística e pela caridade fraterna.
(obs: Há terras onde, em vez de flores,
muitos amigos oferecem uma importância em dinheiro,
para ser aplicada em Missas, em esmolas…
É menos visível… "mas o Pai, que vê no segredo, te dará a recompensa”.
Pode ser mais uma alternativa!)
6. Despedida, oração e ambiente no cemitério
Após a última encomendação, na igreja, são de evitar, habitualmente,
palavras de memória e homenagem da família.
A emoção e a força do sentimento, em geral,
não nos deixam com a conveniente lucidez e calma
para falar com dignidade e coerência.A caminho do cemitério a oração e o canto
testemunham a nossa fé na Vida eterna.
De preferência à frente da carrinha, para rezarmos juntos.A despedida final no cemitério deve ser feita depois da oração final.
Procuremos terminar primeiro a oração pelo irmão que sepultamos,
antes de visitar outras campas. É dever de todos os presentes deixar a família em sossego
para em paz fazer a despedida do seu ente querido,
criando assim um ambiente de recolhimento
e não de cumprimentos e de espectáculo.
7. Missas e Acompanhamentos
É um dever de gratidão e caridade continuar a lembrar os nossos
falecidos na oração: seja na oração diária seja em datas mais comemorativas e específicas
(7º dia, 30º dia, aniversário,...) São datas significativas para nós,
não tanto para os nossos falecidos, que já não vivem no tempo de calendário.
São datas de conveniência e tradição para nós
os aniversários semanais, mensais ou anuais,
para melhor recordarmos os nossos defuntos,
para os sufragar a eles e pedir-lhes que eles intercedam por nós.
São um sinal louvável de solidariedade na dor,
e de fé cristã na Vida Eterna, o costume dos "acompanhamentos". S
em sobrevalorizar! Tenhamos presente que o valor espiritual desse gesto
está na oração pelo falecido(a)- e não tanto na mera homenagem/presença.
Além disso, será oportuno "ouvir" a mensagem dos defuntos:
"se vos unis e vindes à missa, por nós, participai e vivei a Eucaristia por vós, enquanto podeis"!
Aprovadas pelo Conselho Pastoral Arciprestal
a 23 de Maio de 2009
na presença de D. Manuel da Rocha Felício,
bispo da Guarda
19 maio 2009
uma simples história... (b)
15 maio 2009
uma simples história... (a)
04 maio 2009
24 abril 2009
Quem é Jesus?
No entanto, a Sua mensagem de paz, justiça e amor constitui a verdadeira filosofia de vida.
Não foi um Escritor
No entanto, o Seu Evangelho e a Sua vida têm inspirado as mais belas obras da literatura mundial.
Não foi um Professor
No entanto, chamavam-Lhe Mestre e ainda hoje os Seus ensinamentos são pontos de referência para os seus discipulos em todo o mundo.
Não foi um Médico
No entanto, curou os enfermos e pela fé no Seu nome muitos têm encontrado alívio para os seus males.
Não foi um Estadista
No entanto, traçou as normas da convivência social, amiga e fraterna entre pessoas, povos, raças e classes sociais e lançou os princípios para uma verdadeira harmonia universal.
Não foi um Rei
No entanto, puseram sobre a cruz o título "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus", porque a verdade é que Ele era descendente do Rei David.
Mas é o Salvador do Mundo
Porque veio buscar e salvar os que se tinham perdido. E ainda hoje Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida para todos os que crêem no Seu nome.
Então...
... o que vou fazer para o conhecer melhor?



clique na imagem para obter pormenor.jpg)
