28 março 2008

Para saber um pouco mais acerca do Crucifixo de S. Damião (1)

A figura do Cristo

A figura central do ícone é o Cristo, não só por seu tamanho, mas também por ser o Cristo a figura luminosa que domina a cena e transmite luz para as demais figuras: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida (Jo 8, 12).

Os olhos de Jesus estão abertos: Ele olha para o mundo que salvou. Ele vive e é eterno. A veste de Jesus é um simples pano sobre o quadril – um símbolo tanto do Sumo-sacerdote como de Vítima. O tórax e o pescoço são muito fortes. Atrás dos braços esticados do Cristo está seu túmulo vazio, representado pelo rectângulo preto.

Cruz de S. Damião na Diocese e do Arciprestado

O Crucifixo de S. Damião vai estar na nossa paróquia, no próximo dia 9 de Abril entre as 10h00m e as 14h00m.

Foi por meio do Crucifixo de São Damião que Jesus falou a Francisco: Francisco, reconstrói a minha Igreja.

Um artista desconhecido, natural da Úmbria, pintou o crucifixo no século XII. Foi pintado num pano colado sobre madeira (nogueira).

Tem 1,90m de altura, 1,20m de largura e 12cm de espessura. O mais provável é que tenha sido pintado para ser posto no altar da Igreja de São Damião.

Em 1257, as Clarissas deixaram a Igreja de São Damião e foram para a de São Jorge, levando o crucifixo com elas. A cruz, cuidadosamente conservada por 700 anos, foi mostrada ao público pela primeira vez, na Semana Santa de 1957, sobre o novo altar da Capela de São Jorge na Basílica de Santa Clara de Assis.

26 março 2008

POR JESUS: SER MAIS E MELHOR

A Páscoa é a celebração cristã da Ressurreição de Jesus. Com a Sua Ressurreição celebramos também a nossa própria libertação das cadeias que nos amarram demasiado às coisas deste mundo. O mundo actual seduz-nos com uma variedade imensa de distrações que nos fazem esquecer por vezes o essencial da vida: VIVER!
A Páscoa não é simplesmente mais uma festa que todos celebramos no ano, mas é a verdadeira festa dos cristãos! Jesus veio ao mundo por amor. Pregou por amor,... viveu por amor,... sofreu por amor,... morreu por amor,... Ressuscitou por amor do Pai!
Muitos são os que querem recusar viver a vida, seja por medo, ou seja por “falta de tempo”. O Filho de Deus não se recusou viver a nossa humanidade: não teve medo e disponibilizou-se a tempo inteiro para nós. Qual é o tempo que dedicamos a fazer com que a nossa vida (boca, mãos, pés e todo o corpo) seja sua? Se Ele não teve medo de viver e de morrer, nós também não o devemos ter!
Na Ressurreição de Jesus encontra-se a alegria da vida terrena, mas também da vida eterna. Não passemos em “branco” mais uma Páscoa. Amemos Jesus como Ele amou “ os que estavam no mundo até o fim”. Amemos o próximo como a nós mesmos. Saudemos quem nos vira a cara. Aprendamos a perdoar como Ele perdou e pediu o perdão do cimo da árvore da vida: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”.
Somos cristãos verdadeiros e conscientes da nossa fé. Por isso sabemos bem o que fazemos! Façamos da nossa vida um maior e mais fiel sinal de Deus no mundo!

Pe Ângelo Martins

Com os votos de uma Santa Páscoa
na alegria de Cristo Ressuscitado!

08 fevereiro 2008

Confissões Quaresmais 2008

Chegou a quaresma. A Igreja propõe este tempo de preparação para a celebração do Dia da Páscoa da Ressurreição de Jesus. A Quaresma são quarenta dias de retiro espiritual, no qual temos como horizonte a renovação do espírito e a criação de um coração novo. Para melhor viver a Quaresma e preparar a Páscoa, fica aqui a proposta para nos aproximar-mos do sacramento da Reconciliação. Quando este momento é realizado nas Igrejas paroquiais é acompanhado de Adoração do Santíssimo Sacramento, encerrando-se com a celebração da Eucaristia.

Venham receber o abraço de Jesus,

reconciliando-se com Deus e com o mundo!

06 fevereiro 2008

A QUARESMA...


O que quer dizer Quaresma?

A palavra Quaresma vem do Latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.

Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.

Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

Qual o significado destes 40 dias?

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?

A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.

Ainda é costume jejuar durante este tempo?

Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.

Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.

O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.

18 janeiro 2008

Semana da Unidade pelos Cristãos 2008

Celebramos, este ano, um século sobre o início da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Nela relembramos o gesto profético de Paul Wattson, que abriu um fecundo caminho que, ao longo de cem anos, congregou um número crescente de cristãos, provenientes das mais diversas tradições, em torno da oração pela reconciliação entre os discípulos e discípulas de Cristo e pela procura incessante e sempre renovada da unidade desejada pelo mesmo Cristo. Uma unidade na fé, na verdade e na caridade. Uma unidade no essencial, no respeito pela legítima pluralidade das diferentes tradições. No rescaldo da III Assembleia Ecuménica Europeia, realizada na cidade romena de Sibiú de 4 a 9 de Setembro de 2007, este oitavário de oração torna ainda mais actual o que o cardeal Walter Kasper aí proferiu: "As mãos que se uniram não podem mais ser separadas". O mesmo repetira já o papa João Paulo II à saciedade, ao afirmar o carácter irreversível do caminho ecuménico. O mesmo é-nos reafirmado por Bento XVI e o mesmo foi o sentir dos delegados presentes em Sibiu. Os caminhos aí apontados revelaram as inúmeras possibilidades de construção e de vivência desta unidade no concreto da vida das Igrejas e de cada cristão: empenho social, luta pela integridade da criação, defesa dos direitos humanos, procura de uma civilização mais justa e fraterna, acolhimento do outro na sua diferença e na sua riqueza… Mas este Oitavário remete-nos para o essencial: não há unidade dos cristãos sem reconciliação, e esta é obra do Espírito em nós. Aqui, a oração converte-nos ao desejo que o Espírito grita em nós, abre-nos os horizontes para perceber a urgência da prece de Jesus para que "todos sejam um", cria em nós a capacidade de irmos ao encontro do outro numa atitude de verdade e de bondade. Tradicionalmente, a Semana de oração pela unidade dos cristãos é celebrada de 18 a 25 de Janeiro. Esta data foi proposta em 1908 por Paul Wattson de maneira que elas se realizassem no período entre a festa de São Pedro e a de São Paulo. Assim sendo, esta escolha tem um significado simbólico. No hemisfério Sul, onde o mês de Janeiro é o período das férias de Verão, preferiu-se adoptar uma outra data, por exemplo, uma semana próxima do Pentecostes (sugestão feita pelo movimento Fé e Constituição em 1926), que constitui uma data simbólica para a unidade da Igreja. A passagem bíblica escolhida para a celebração do centésimo aniversário da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos é extraída da 1ª Carta aos Tessalonicenses. A exortação “orai sem cessar” (1Tes 5,17) sublinha o papel essencial da oração na vida da comunidade dos fiéis. Pois ela permite aos seus membros aprofundar a sua relação com Cristo e com os demais irmãos na fé. Esta passagem faz parte de uma série de “imperativos” e declarações através das quais Paulo encoraja a comunidade a viver da unidade que Deus nos dá em Cristo, a ser na prática o que ela é em princípio : o Corpo único de Cristo, visivelmente unido num mesmo lugar. Paulo nutria grandes esperanças para a Igreja de Tessalónica: a fé, a esperança e a caridade que não cessavam de crescer nesta cidade, a maneira com que ela havia acolhido a Palavra apesar dos sofrimentos, e a alegria que ela expressava no Espírito Santo, tudo concorria para suscitar sua admiração e seus louvores (1Tes 1,2-10). Todavia ele estava preocupado. A sua saída precipitada não lhe tinha deixado tempo de consolidar a obra que tinha começado e rumores inquietantes chegavam até ele. Certos desafios provinham do exterior, sobretudo a perseguição da comunidade e dos seus membros (1Tes 2,14). Outros eram de natureza interna: alguns membros da comunidade continuavam a ter comportamentos cada vez mais marcados pela cultura ambiente do que pela nova vida em Cristo (4,1-8) ; outros criticavam os responsáveis que exerciam a autoridade e, em consequência o próprio Paulo (cf. 2,3-7,10) ; outros ainda desesperavam-se da sorte reservada aos que morriam antes do regresso de Cristo. Um dos principais objectivos de Paulo era edificar esta comunidade na unidade. Nem mesmo a morte pode cortar os laços que a unem enquanto único corpo de Cristo. Jesus foi morto e ressuscitou por todos. Assim, quando o Senhor voltar, tanto os que já adormeceram quanto os que ainda vivem, «vivamos então unidos a ele» (5,10). Isto conduz Paulo a pronunciar os imperativos que figuram em 1Tes 5,13-18 e formam uma lista de exortações das quais uma parte foi escolhida para servir de base à Semana de oração deste ano. Esta passagem se inicia pela exortação que Paulo dirige aos membros da comunidade : “Vivei em paz entre vós” (5,13b) – paz que não significa simplesmente a ausência de conflitos, mas a harmonia na qual os dons de cada membro da comunidade contribuem à sua prosperidade e crescimento. É interessante notar que Paulo não dá nenhum ensinamento teológico abstracto, nem faz alusão às emoções e aos sentimentos. O apelo “orai sem cessar” (5,17) faz parte desta lista de imperativos. Isto nos lembra que a vida numa comunidade cristã só é possível através de uma vida de oração. Paulo mostra ainda que a oração é parte integrante da vida dos cristãos, precisamente quando eles procuram manifestar a unidade que lhes é dada em Cristo – uma unidade que não se limita aos acordos doutrinais e às declarações oficiais, mas que se exprime em “tudo o que contribui à paz” – através de acções concretas que testemunham a unidade em Cristo, e entre si e que a fazem crescer.

15 janeiro 2008

Formação Permanente para Ministros Extraordinários da Comunhão (MEC)

O Secretariado Diocesano de Liturgia vai realizar diversas acções de formação permanente para os Ministros Extraordinários da Comunhão. Estão marcadas reuniões para Gouveia (12 de Janeiro), Tortosendo (26 de Janeiro), Guarda (2 de Fevereiro).
Para 16 e 17 de Fevereiro, está programado um curso para novos Ministros Extraordinários da Comunhão, no Centro Apostólico D. João Oliveira Matos.

24 dezembro 2007

Amantes de Deus e do Mundo


O dia de um nascimento é motivo para nos alegrarmos. Sempre que nasce alguém para este mundo todas as famílias se juntam e em conjunto fazem a festa do natal.

Os cristãos reúnem-se com alegria para celebrar todos os anos o nascimento de Jesus. Muitos são os sentimentos que preenchem a nossa alma neste momento do ano, mas os votos de paz, amor, hamonia e esperança para todos são os que mais preenchem as nossas bocas.

Mas sabemos que temos de ir muito mais além. Tudo o que desejamos temos de viver e de sentir, pois para oferecer e desejar é preciso saber o que se dá. Mais uma vez fica o convite para ti e para mim de fazermos do Natal de Jesus o momento das nossas vidas em que vivemos o que desejamos, em que sentimos o que oferecemos.

Não tenhamos medo de ser diferentes pela maneira como vivemos a fraternidade e o amor. São os presentes de Deus que todos temos de agarrar com força e assumi-los no dia-a-dia! Ser cristão é ser um eterno amante de Deus e do mundo!!!

Nasceu para nós,...
Ama-nos sempre...
Tem-nos nos seus braços...
Acolhe-nos no seu regaço...
Lembra-nos junto do Pai!...

Um Santo Natal neste dia e ao longo de todo o ano!
Feliz 2008 !

o pároco

18 dezembro 2007

Concerto de Natal


No dia 20 de Dezembro, pelas 21.00 horas, vai decorrer, na Igreja de São Miguel da Guarda, um concerto de Natal, com a participação do Grupo de Jovens da Paróquia e do grupo ‘Vozes de Esperança’. Associado a esta iniciativa, terá também lugar o projecto “Faz uma criança feliz”, envolvendo a Cáritas, a Casa da Sagrada Família e a Aldeia SOS. O momento será aproveitado para fazer a recolha de bens, nomeadamente brinquedos, calçado e roupa, destinados às crianças das três instituições que exercem a sua actividade na Guarda.

10 MILHÕES DE ESTRELAS

Vamos todos empenhar-nos na campanha "10 milhões de estrelas/um gesto pela paz".Uma vela acesa na noite de Natal (24 de Dezembro) sendo um gesto de cada família/pessoa pela paz. Apesar de parecer pouco, pode ser muito, uma vez que a paz tem de nascer de dentro do nosso próprio coração, para depois a podermos levar ao resto do mundo.
Das verbas recolhidas pela campanha, 30% ficarão para a Cáritas Portuguesa e serão aplicadas no apoio a um país em vias de desenvolvimento (em 2007 as verbas destinaram-se a apoiar mulheres em situação de risco em Angola), num projecto especialmente pensado para dar resposta às necessidades/urgências das zonas mais desfavorecidas desse país. Os restantes 70% ficarão para cada Cáritas Diocesana, sendo já certo que todas elas irão igualmente apoiar projectos nacionais na mesma área.
Na nossa Diocese as velas já andam por aí, um pouco por todo o lado. Se quiserem adquirir podem contactar o pároco ou então dirigirem-se directamente à sede da Cáritas Diocesana na Guarda ou na Casa Véritas, também na Guarda.

04 dezembro 2007

Retiro Arciprestal do Advento 2007 (2)

No passado sábado, dia 1 de Dezembro, fomos cerca de 25 pessoas de todo o Arciprestado do Rochoso, as que nos juntámos para reflectir um pouco acerca da: "Celebração da Fé nos Sacramentos de Iniciação cristã". Das 10h00m às 17h00m, no Salão Paroquial do Rochoso, houve um sentido de recolhimento, oração e convívio. Aqui fica uma breve reportagem fotográfica acerca do dia.

21 novembro 2007

fotos da nossa paróquia...

19 novembro 2007

Retiro Arciprestal do Advento 2007

Não nos podemos esquecer que no próximo dia 1 de Dezembro o nosso Arciprestado tem o retiro de preparação para o Advento e Natal. Aceitando o apelo do nosso bispo Diocesano de "Celebrar a fá na vida dos sacramentos e na Igreja", vamos percorrer em conjunto um caminho de reflexão de todos os Sacramentos e da sua consequência imediata na vida das nossas comunidades. "Celebrar a fé nos Sacramentos da Iniciação cristã", é este o tema do primeiro retiro. Entre as 10h00m e as 17h00m estaremos no Salão Paroquial do Rochoso em reflexão, oração e convívio. Organize a sua vida e venha ter connosco. A Formação é um instrumento na vida para nos tornarmos cada dia melhores e darmos conta de como podemso crescer na fé e na vida humana.

27 outubro 2007

Retiro Arciprestal do Advento 2007

24 outubro 2007

Advento e Mês das Almas

Chegado o Mês das Almas (Novembro), no qual recordamos os nossos familiares e amigos que já gozam do banquete eterno, e para que melhor nos preparemos para o início do Advento e do novo ano litúrgico, fica aqui a proposta para nos aproximar-mos do sacramento da Reconciliação. Quando este momento é realizado nas Igrejas paroquiais é acompanhado de Adoração do Santíssimo Sacramento, encerrando-se com a celebração da Eucaristia, na qual rezaremos o Ofício de Defuntos, dando assim cumprimento ao tradicional Aniversário das Almas.

Venham receber o abraço de Jesus,
reconciliando-se com Deus e com o mundo!


13 outubro 2007

Reinício da CATEQUESE da Infância e Adolescência


Hoje recomeçou a Catequese de Infância e Adolescência na nossa Comunidade.
São dezasseis os que este ano vão estar distribuídos pelos 1.º, 2.º, 3.º, 5.º e 7.º anos.
Relativamente aos horários e salas: o 5.º ano reunirse-á às 14h00m no Cartório da Casa Paroquial e o 7.º ano à mesma hora na Sacristia da Igreja; os 1.º e 2.º anos reúnem-se às 15h00m na Sacristia da Igreja e o 3.º ano no Cartório da Casa Paroquial.
Ao longo deste ano, as crianças e adolescentes que frequentam a catequese irão estar mais presentes na dinamização da Eucaristia do 2.º Domingo de cada mês, bem como as suas famílias.
Eles contam com a ORAÇÃO de TODA a Comunidade Cristã!!!

03 outubro 2007

Outubro Missionário


Poema de Santa Teresinha do Menino Jesus

Quereria percorrer a terra
E pregar o Teu nome, Jesus,
Ser Apóstolo em solo infiel
E plantar gloriosa a Tua cruz.


Só o Amor faz agir a Igreja,
Mas se o Amor se viesse a extinguir
Os Apóstolos não anunciariam
Nem os mártires a vida dariam.


Compreendi que o Amor encerra,
Em si mesmo, todas as vocações.
Compreendi que o Amor é tudo,
Que abarca os tempos e os lugares.


Encontrei finalmente o meu lugar
Fostes Vós, ó meu Deus, que mo destes:
No coração da Igreja, minha mãe,
Eu serei o Amor!

E assim serei tudo!


CD “Viver de Amor”, Edições Carmelo

14 setembro 2007

"Todas as Igrejas para o mundo inteiro"

Ser Igreja é ter o sentido de que todos fazemos parte de um todo que caminha junto e onde todos (mesmo todos) querem “agarrar” a salvação oferecida por Deus, vivendo em caridade, partilha e oração partilhadas. Assim é que conseguiremos fazer da nossa comunidade uma verdadeira Igreja e da nossa Igreja sinal para todas as Igrejas do mundo inteiro.

O que é ser Igreja para o mundo inteiro? Para além de partilhar os mesmos valores é ser com os outros. Outubro é o mês em que se lembram as Missões. As Missões não são um departamento da Igreja Universal, mas faz parte dela e faz de nós todos responsáveis por elas. A vocação fundamental de qualquer criatão é ser missionário na vida. Aqui ou em qualquer outra parte do mundo o importante é ser-se missionário.

Chega de sermos tradicionalistas quando ainda existe alguém que não sabe o que é a Sagrada Escritura! Chega de sermos “cegos” quando ainda há alguém que precisa de um pão e uma palavra para viver! Chega de sermos individualistas quando ainda há alguém que precisa da nossa voz para ser feliz! Chega de todas aquelas coisas que nos fazem zangar, odiar e, até mesmo, amaldiçoar!

A Igreja é sinal de amizade, partilha e comunhão, e se não o fôr, deve surgir a pergunta na nossa vida: o que é que eu não faço? Sou verdadeiro celebrante da Eucaristia? Gosto de ler e escutar a Palavra de Deus? Estou atento aos doentes e levo-lhes algum conforto? Partilho o que tenho com quem precisa e para ajudar a crescer a minha comunidade? Compreendo as razões da minha fé? No meio das minhas dúvidas abandono Deus e procuro outra coisa que me satisfaça? Sinto-me parte da minha comunidade cristã? Ajudo a paróquia só quando tenho tempo livre ou sempre que posso?

“Todas as Igrejas para o mundo inteiro” é sinal de que todas as comunidades cristãs conseguem dar o seu contributo no crescimento espiritual e físico de quem necessita. Elevemos a nossa oração a Deus Pai por nós, pela nossa comunidade, pela nossa Diocese e pelas dioceses do mundo inteiro. Que durante este mês das Missões possamos pensar na missão que Deus nos confiou e confrontá-la com a nossa vida. Somos fiéis à Missão que nos foi entregue por Deus?

Programa para Setembro/Outubro